domingo, 24 de abril de 2016

Família feita de refém

A Polícia Militar de Timbó foi acionada para atender uma ocorrência de roubo a mão armada  na rua Espírito Santo, Bairro dos Estados em Timbó.
Uma família foi feita refém de bandidos armados dentro da própria casa. No momento 
 estavam na sala assistindo televisão e com a porta principal aberta.
Assim que os bandidos entraram anunciaram o assalto, amarrando-os com cinta de naylon. Após revirar a residência, eles tentaram levar o carro da família, porém não acharam a chave e desistiram fugindo em sentido ignorado.Segundo as vítimas havia um terceiro homem aguardando a dupla de assaltantes do lado de fora da residência em um veículo com características desconhecidas.

Batata de forno

Ingredientes
10 batatas grandes

3 cubos de caldo knorr ou maggi
1 colher de chá de sal
Creme:
2 caixinhas de creme de leite
1 copo de requeijão
200 g de apresuntado
200 g de mussarela
1 colher de café de tempero baiano
1 colher de café de oregano
cheiro verde a gosto
+ 200 grs de mussarela para a cobertura

MODO DE PREPARO
Corte as batatas em rodelas grossas, cozinhe com 3 cubos de caldo knorr e o sal, deixe cozinhar por uns 15 minutos, não deixe ficar muito mole

Escorra e reserve

Creme:

Em uma vasilha, coloque as caixinhas de creme de leite, junte o requeijão coloque o tempero baiano, cheiro-verde a gosto, a mussarela e o presunto picadinho e um pouco de orégano mexa e faça um creme grosso

Montagem:

Unte um refratário com margarina, forre o fundo com a 1º camada de batatas, despeje um fio de azeite por cima das batatas, despeje parte do creme por cima cubra com mussarela, repita novamente com as batatas o creme, cubra com mussarela e coloque orégano
Leve ao forno preaquecido até a mussarela derreter por igual e alguns pontos mais escurinhos por cima

Informações Adicionais

O fio de azeite por cima das batatas da um saborzinho todo especial. Não deixem de colocar. Fica uma delícia!



Expressões de nossa língua

 Expressões de nossa língua

1.      Amarrar a cara
2.      Dormir no ponto
3.      Viver ao deus-dará
4.      Comprar gato por lebre
5.      Procurar agulha em palheiro
6.      Passar a perna
7.      Passar a pão e água
8.      Não querer ver nem pintado
9.      Custar os olhos da cara
10.  Saber na ponta da língua
11.  Sem pé nem cabeça
12.  Tirar o corpo fora
13.  Dobrar a língua
14.  Enganar o estômago
15.  Ensinar o padre-nosso ao vigário
16.  Estar com o estômago nas costas
17.  Ficar de molho
18.  Fazer vista grossa
19.  Ter coração de pedra
20.  Pintar o caneco
21.  Dar murro em ponta de faca
22.  Ficar como peixe fora d’água
23.  Não ter nada com o peixe
Procurar sarna para se coçar

Expressões interessantes da nossa língua

1. Estar com a pulga atrás da orelha.
2. Comer o pão que o diabo amassou.
3. Procurar sarna para se coçar.
4. Prometer mundos e fundos.
5. Roer a corda.
6. Lutar com unhas e dentes.
7. Pisar em ovos.
8. Por as barbas de molho.
9. Ter os pés no chão.
10. Estar frito.
11. Pôr as mãos no fogo por alguém.
12. Estar com os pés na cova.
13. Meter os pés pelas mãos.
14. Deixar o barco correr.
15. Estar na cara.
16. Encher a cara.
17. Ser podre de rico.
18. Pôr os pingos nos is.
19. Ir num pé e voltar no outro.
20. Dar tempo ao tempo.


sábado, 23 de abril de 2016

Mau ou Mal?

Mal é advérbio, antônimo de bem.
Mau é um adjetivo, antônimo de bom.

O adjetivo mau é usado principalmente para indicar algo de má qualidade ou alguém que faz maldades, sendo sinônimo de ruim e malvado. Apresenta ainda diversos outros significados, sendo também sinônimo de nocivo, indelicado, incapaz, incorreto, endiabrado, difícil, indecente, entre outros.
Exemplos:
  • Ele é um mau professor.
  • Afaste esses maus pensamentos de sua mente.
O advérbio mal é usado principalmente para indicar algo feito de forma errada e incorreta, sendo sinônimo de erradamente, incorretamente, insatisfatoriamente, negativamente, indevidamente, entre outros. Mal também é substantivo, podendo significar doença, moléstia, angústia, desgosto, maldade, tudo aquilo que é prejudicial ou nocivo. Mal pode ser ainda uma conjunção temporal, sinônima de assim que.
Exemplo:
  • Eu preciso descansar porque tenho dormido mal.
  • O mal da sociedade moderna é a violência urbana.
  • Mal tocou o sino, os alunos saíram correndo.

LÁPIS COR DE PELE

Talvez ninguém leia o depoimento abaixo, mas vale a reflexão...
LÁPIS COR DE PELE
Em uma manhã comum de segunda-feira, em uma das aulas de pintura, percebi os alunos um pouco alvoroçados, passeando de mesa em mesa na tentativa de obter algo que não estava compreendendo. Neste momento, parei e comecei a observar mais atentamente o que estava acontecendo. Como é comum, percebi meus alunos em uma busca frenética pelo lápis "cor de pele" se referindo a um tom rosado ou bege.
Naquele momento, procurei somente observar para ver até onde iria essa situação, foi quando um aluno do outro lado da sala me perguntou: "Professor, o senhor tem lápis cor de pele?
Foi a oportunidade que estava esperando...De imediato selecionei alguns alunos e os chamei à frente de minha mesa. Os alunos ficaram intrigados no porquê apenas não respondi a pergunta e o porquê estava chamando alguns alunos da classe.
Neste momento, retornei a pergunta ao aluno: "Que cor de pele você quer?" Apontando para os alunos que selecionei.
Na ocasião, havia selecionado alunos que apresentavam cores de peles diferentes para explicar aos alunos que não existe somente uma "cor de pele".
Para completar a lição, peguei o tal lápis cor de pele e comecei a comparar com o tom de pele de cada aluno, a qual não batia com a cor de nenhum deles. A reação dos alunos foi espetacular, ficaram surpresos com a descoberta e começaram a escolher os lápis que mais se adequavam às suas cores.
A partir desse dia, os desenhos dos alunos em que apareciam seres humanos começaram a apresentar os mais diversos tons de pele possíveis. E quando alguém soltava sem querer um "empresta a cor de pele" todos perguntavam em coro "MAS QUAL COR DE PELE?"
A lição ficou gravada na mente das crianças e acredito que a valorização das diferenças será transmitida por gerações.
Prof. André Cursino

O que te faz?

As buscas esperançosas para o significado de vossas vidas, o aguilhão de dúvidas cruéis e respostas em piores estados, vos levam a crer como a vossa raça não se extinguiu até esse ponto. 
Todos nós em vossa cerce, encontra-se muitas vezes  o vazio de sempre em vossa existência. Indagamos em vossa indignação sobre doenças mortíferas sem cura, quando nos deparamos há quase dez séculos defronte a  homens capazes de projetar instrumentos de torturas destruidoras de qualquer capacidade sanatória indo ao encontro de vossa desesperança aguda, que habita o cálido de vossas almas.
Se é respondido todas as perguntas sobre nossa autodestruição muitas das vezes não nos achamos. Sem mais de longas, a criação de pensamento fúteis de vossas eras evolutivas, do qual ocasionou o mal do século, que leva milhares de crianças, adultos e idosos buscarem a morte e muito sofrimento como melhor alternativa para enfrentar simples desencontros de vossos cotidianos.
Sendo de tal simplicidade a cura pela felicidade leva o ser humano a pensar que não se encontra sentido para tal validade. sei que corremos atrás de fortunas, quando tudo se é encontrado em uma simples ação: 
A ação de ser feliz...
O que te faz?
Autora: Lidiane Lewin